Bem-Estar

Musculação e longevidade

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Quem frequenta as salas de musculação pode observar a presença cada vez maior de homens e mulheres com mais de 60 anos de idade. Há algum tempo, esse espaço era quase exclusivamente frequentado por jovens que buscavam nos exercícios de força uma maneira de esculpir seus corpos, ou seja, com um apelo puramente estético.

Essa mudança no perfil de frequência das academias se deu, de certa forma, recentemente, e segue sendo transformado à medida que as pessoas com mais idade começaram a perceber que a prática do treinamento de força poderia lhes proporcionar maior autonomia e longevidade.

Os estudos recentes têm apontado que as pessoas com maior nível de força e massa muscular predominantemente maior do que a massa de gordura vivem mais do que aquelas que possuem maiores estoques de gordura no corpo. Por essa razão, a prática de musculação deve ser inserida na rotina de treinamento de indivíduos que almejam ganhar massa muscular, melhorar o equilíbrio, reduzir os riscos de quedas, melhorar o perfil glicêmico e lipídico, assim como reduzir os níveis de gordura corporal e, como resultado natural, garantir mais anos de vida com qualidade.

Mas, é preciso atenção. Do ponto de vista da segurança do treinamento de força em idosos, sabe-se que a orientação e supervisão de um profissional de educação física se traduz em maior segurança aos praticantes, isso porque o profissional saberá conduzir a melhor adaptação dos exercícios para os propósitos e individualidade de cada pessoa idosa, monitorando e em estágio de constante alerta para situações como dores no peito (angina peitoral), sobrecarga excessiva, velocidade de execução, amplitude de movimento, entre outros fatores importantes.

O auxílio de um profissional capacitado fará toda a diferença nesse processo, o que garantirá um excelente resultado na melhora da saúde física e mental para quem já alcançou e/ou passou dos 60 anos.

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